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A Memória e o Trauma – artigo científico

A Expressão da Memória Subseqüente à Experiência Traumática e no Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT

Resumo: Ao longo deste artigo de revisão serão abordados estudos relativos a basicamente dois planos importantes, não necessariamente distintos, que se intercalam e que envolvem a participação das experiências de impacto emocional nos processos de memória. Primeiramente, a caracterização da qualidade e fluidez dos processos de memória, em decorrência do estado emocional alterado freqüente ao período subseqüente à experiência traumática, e em função dos sintomas do TEPT (transtorno de estresse pós-traumático), ou seja, como os processos de codificação, consolidação e recuperação podem ser beneficiados ou prejudicados em função das alterações neurofisiológicas provocadas pela experiência traumática. Paralelamente, destacaremos também as características da reconstituição de uma experiência emocionalmente impactante, os efeitos do tempo sobre a retenção e consolidação da memória da experiência negativa, e os importantes aspectos neurofisiológicos que envolvem o período que se segue à experiência traumática.

por André Lubec
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O Coração e a Circulação

Thorwald Dethlefsen  &  Rüdiger Dahlke

Pressão Sanguínea Baixa – Pressão Alta
(Hipotonia – Hipertonia)

O Sangue é o símbolo da vida. O sangue é o portador material da vida e expressão da individualidade. O sangue é um “suco muito especial” – é o suco vital. Cada gota de sangue contém o ser humano como um todo: eis o motivo do grande significado do sangue em todos os rituais de magia. É por isso que os radiestesistas que usam pêndulos se utilizam de uma gota de sangue como “testemunha”, o que permite que se faça, a partir dela, um diagnóstico total.

A pressão sanguínea é a expressão do dinamismo de um ser humano. Ela se constitui a partir das trocas entre o comportamento do sangue fluido e o comportamento das vias sangüíneas enquanto continentes desse fluxo. Ao analisar a pressão sangüínea devemos sempre levar em conta estes componentes antagônicos: por um lado o que flui, o líquido e por outro o limite e a resistência das paredes dos vasos. Se o sangue corresponde ao próprio ser, as paredes dos vasos são os limites pelos quais se orienta o desenvolvimento da personalidade, a fim de enfrentar a resistência, os obstáculos que impedem seu desenvolvimento.

Pessoas cuja pressão sangüínea é excessivamente baixa (hipotonia) não são capazes de enfrentar esses limites. Elas nem tentam enfrentar os obstáculos, evitam todas as resistências – nunca vão até os limites. Assim que uma pessoa como essa se vê diante de um conflito, ela depressa se retrai; pelo mesmo critério, também o sangue o faz, a ponto de ela sofrer um desmaio. Portanto, essa pessoa renuncia ao poder (aparentemente!), retrai o sangue e perde a consciência, deixando de assumir as próprias responsabilidades; ela se entrega. Quando perde a consciência, ela se retira do mundo consciente para o mundo inconsciente e, desta forma, nada mais tem a ver com os problemas que teria de enfrentar. Os problemas deixam simplesmente de existir. Trata-se de uma situação semelhante à que se vê nas operetas: a dama flagrada pelo marido numa situação embaraçosa desmaia imediatamente e todos os envolvidos na situação esforçam-se para fazê-la recobrar a consciência com a ajuda de água, de ar fresco e de sais para cheirar. Pois de que adianta uma briga, se a principal responsável se refugia em outro nível e, dessa forma, renuncia de um golpe à responsabilidade?

Em geral, pessoas hipotônicas são literalmente incapazes de “suportar”: não suportam uma coisa, não suportam ninguém, não suportam nada, faltar-lhes a firmeza e a estrutura corretas. Qualquer exigência as abate e elas desmaiam. Os que estão ao seu redor têm de erguê-las pelos pés para que mais sangue aflua à cabeça – o centro do poder – de forma a fazê-las recuperar as forças, conseguir que se controlem e assumam suas responsabilidades. Inclusive a sexualidade é um dos âmbitos de que as pessoas com pressão sangüínea baixa fogem, visto que a sexualidade depende bastante de tal pulsação do sangue.

Além disso, ainda é freqüente nas pessoas hipotônicas o quadro de anemia pois, na maior parte das vezes, elas sofrem de carência de ferro no sangue. Disso resulta que a transmutação da energia cósmica (prana) que obtemos com a respiração fica perturbada. A anemia revela uma recusa em usar o poder da energia vital disponível, impedindo assim que esta seja transformada em força ativa. Eis aí outro exemplo de como a doença pode ser usada como álibi para a própria passividade. Os hipotônicos carecem do impulso vital necessário.

Todas as medidas terapêuticas significativas para a elevação da pressão sangüínea estão sem exceção associadas, em maior ou menor grau, a vários métodos de introdução de energia no organismo, e só funcionam enquanto essas prescrições forem seguidas à risca: lavagens, escovações, andar na água, exercícios físicos, manutenção da forma através de ginástica, uso da terapia de Kneipp. Tudo isso eleva a pressão sangüínea porque a pessoa faz alguma coisa e transforma a energia em fato orgânico. Sua utilidade cessa no momento em que se abandonam esses exercícios. Resultados duradouros só podem ser esperados de uma modificação na filosofia de vida.

O problema oposto é o caso da pressão sangüínea alta demais (hipertonia). Sabemos, através de pesquisas experimentais, que o pulso e a pressão do sangue se elevam não só no caso de um aumento da atividade física, mas também no de um mero pensamento sobre essa atividade. A pressão sangüínea também sobe quando uma situação de conflito parece ser inevitável durante uma conversa, e desce outra vez de imediato quando a própria pessoa implicada fala sobre o conflito, verbalizando-o. Esse conhecimento, obtido na prática, é uma boa base para entendermos o que há por trás da pressão alta. Quando a pressão sobe, sempre se imagina um esforço, sem que essa atividade motora de fato exista e seja descarregada; o que acontece literalmente é uma “pressão contínua”. Neste caso, as pessoas envolvidas produzem em seu interior uma excitação a longo prazo, induzida pela própria imaginação, e o sistema circulatório mantém essa excitação duradoura na expectativa de que ela seja eventualmente transformada em ação. Mas, se essa ação não é materializada, o paciente vive “sob pressão”. Para nós é de grande importância neste ponto o fato de que a mesma relação se aplica no que se refere ao conflito. Visto que sabemos que a simples menção de um conflito pode causar um aumento de pressão, que pode ser simplesmente revertida ao se falar sobre o mesmo, vemos com clareza que os hipertônicos estão sempre em situações conflitantes, sem, no entanto, arranjarem uma solução para as mesmas. Elas “ficam por perto do conflito” mas não o resolvem. O aumento da pressão sangüínea tem sentido fisiológico exatamente na exigência de liberar temporariamente mais energia, para os hipertônicos poderem enfrentar melhor e com mais vigor as tarefas e os conflitos que têm diante de si. Quando isso acontece, a solução usada esgota o excesso de energia e a pressão cai para o nível normal. Já os hipertônicos que não resolvem seus conflitos não esgotam o excesso de pressão disponível. Preferem refugiar-se numa “atividade” superficial, tentando enganar através dela a si mesmos e aos outros, esquivando-se do confronto com o conflito.

Podemos ver que tanto os hipotônicos como os hipertônicos fogem dos conflitos, embora usem táticas diferentes. O hipotônico foge na medida em que se retrai para a inconsciência; o hipertônico se desvia e afasta o ambiente gerador do conflito através de uma atividade exagerada e de um funcionamento supérfluo. Ele foge através de uma ação excessiva. No que se refere a essa polaridade, encontramos casos de pressão baixa com mais freqüência entre as mulheres, ao passo que a pressão alta é mais freqüente nos homens. Além disso, a pressão alta é um indício de que existe agressividade reprimida. A animosidade fica por sua vez só na imaginação e assim a energia gerada não é descarregada através de uma ação. A esse comportamento o homem dá o nome de autocontrole. O impulso agressivo leva à pressão alta, o autocontrole faz os vasos se contraírem. Assim pode-se manter a pressão sob controle. A pressão do sangue e a resistência à pressão que as paredes dos vasos oferecem levam ao aumento da pressão. Mais adiante veremos como essa postura de agressividade controlada leva ao infarto do coração.

Conhecemos ainda a pressão alta ocasionada pela idade, que está associada ao endurecimento das paredes dos vasos. O sistema venoso tem como tarefas a transmissão e a comunicação. Se a flexibilidade e a elasticidade desaparecem com a idade, a comunicação cessa e aumenta a pressão interior, o que é inevitável.

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O Coração

A batida cardíaca é um acontecimento amplamente autônomo que, sem nenhum tipo de treinamento (por exemplo, de biofeedback), está além do alcance da intervenção voluntária. Esse ritmo sinódico é a expressão de uma regra bem rígida do corpo. O ritmo cardíaco se assemelha ao ritmo respiratório, sendo que este último está muito mais sujeito à intervenção deliberada. O batimento cardíaco é um ritmo harmônico e estreitamente controlado. Se, durante o funcionamento rítmico, o coração de repente bater mais devagar ou se acelerar, estará acontecendo um distúrbio da ordem cardíaca, ou seja um desvio do equilíbrio normal.

Se levarmos em conta os vários usos idiomáticos da palavra coração, veremos que ela sempre esta associada a situações de cunho emocional. Uma emoção é algo que o ser extravasa, é um movimento que parte de seu íntimo (do latim, emovere = mover para fora de si mesmo).  Diz-se: meu coração pula de alegria – meu coração parou de tanto medo – meu coração está prestes a estourar de alegria – meu coração parece querer saltar do peito – meu coração ficou entalado na garganta – sinto um peso no coração – eu a tinha perto do coração – o seu coração levou a situação muito a sério. Se falta a uma pessoa esse lado emocional que independe da razão, ela dá a impressão de ser impiedosa (sem coração). Se dois amantes se casam, dizemos: eles uniram seus corações. Em todas essas expressões, o coração é o símbolo de um centro do ser humano que não é controlado nem pelo intelecto, nem pela vontade.

Não se trata apenas de um centro, mas do centro do corpo; ele está virtualmente no meio, apenas um pouco deslocado para a esquerda, na direção da metade corporal vinculada ao “sentimento” (que corresponde ao hemisfério direito do cérebro). Ele está exatamente no lugar para onde apontamos quando queremos mostrar quem somos. O sentimento e, em especial o amor, estão intimamente associados ao coração, como nos mostram as expressões já citadas. Temos um “coração de criança” quando gostamos delas. Quando guardamos alguém no coração nos abrimos para essa pessoa e a deixamos entrar. Somos pessoas de “bom coração” quando estamos preparados para nos abrir e a entregar generosamente nosso afeto aos outros; as pessoas reservadas, ao contrário, são as que não ouvem a voz do coração, são limitadas e frias. Essas nunca dariam de coração, pois teriam de se entregar. Ao contrário, controlam-se para que seu coração nada perca – é por isso que fazem tudo só com “meio coração” (não se dedicando sinceramente). Por outro lado, a pessoa de coração mole arrisca-se a uma entrega irrestrita e seu afeto não tem limites.

Esses sentimentos mostram a personalidade da pessoa que se afasta da polaridade afetiva (e exige que tudo tenha finalidades e limites).

Encontramos ambas as possibilidades simbolizadas no coração: nosso coração anatômico é dividido em duas partes pela parede divisória interna, de tal forma que o próprio batimento cardíaco é caracterizado por um som duplo. Na hora do nascimento, no exato momento em que respiramos pela primeira vez, entrando assim para o mundo da polaridade, a parede divisória se fecha automaticamente por uma ação reflexa, e uma grande câmara, com uma circulação, de repente se tornam duas; muitas vezes o recém-nascido sente isso com desespero. Por outro lado, o símbolo do coração – como atesta o desenho espontâneo de todas as crianças – tem um traçado típico de duas câmaras arredondadas se unindo num único ponto. Da duplicidade surge a unidade. É assim que o coração também significa para nós um símbolo de amor e união. É isso que queremos dizer quando afirmamos: a mãe leva o filho no coração. Anatomicamente essa expressão não teria sentido: no caso, o coração está apenas servindo de símbolo para nosso centro amoroso e, portanto, não tem importância alguma se ele fica na parte superior ou inferior do corpo enquanto o feto cresce no interior do corpo.

Podemos até mesmo afirmar que os seres humanos têm dois centros: um superior e outro inferior – cabeça e coração, entendimento e sentimento. De uma pessoa “perfeita” esperamos que ela tenha ambas as funções em equilíbrio harmonioso. A pessoa puramente intelectual causa uma impressão unilateral e fria. O ser humano que só vive dos sentimentos nos parece muitas vezes caótico e desorganizado. Só quando ambas as funções se completam e se enriquecem mutuamente é que a pessoa nos parece “inteira”.

As várias expressões em que se menciona o coração deixam claro para nós que, aquilo que perturba o seu batimento fazendo-o descompassar, sempre envolve emoções, seja o choque que acelera o batimento ou ocasiona a parada cardíaca, seja o prazer ou amor que podem acelerar o ritmo do coração a ponto de ele dar a sensação de que vai saltar pela boca: podemos literalmente sentir e ouvir o coração batendo. O mesmo acontece nas perturbações do ritmo do batimento cardíaco físico; nesse caso a emoção correspondente não pode ser vista. E é nisso, na verdade, que está o problema: as perturbações cardíacas costumam atacar aquelas pessoas que não estão preparadas para serem sufocadas por uma “antiga emoção” que as arranca da rotina corriqueira. Nesses casos, a perturbação cardíaca acontece pelo fato de faltar segurança às pessoas que se deixam envolver por suas emoções. Elas se apegam ao raciocínio e a um estilo habitual de vida e não estão dispostas a permitir que essa rotina seja perturbada por sentimentos e emoções. Não desejam que a regularidade de sua vida seja perturbada por extravasamentos emocionais. No entanto, nesses casos, a emoção apenas se somatiza e o coração começa a apresentar problemas por conta própria. O batimento cardíaco se acelera e força tais pessoas a “ouvir seus corações”!

Em circunstâncias normais não temos consciência do nosso batimento cardíaco. No entanto, podemos senti-lo e ouvi-lo em condição de estresse, quando ficamos emocionados ou doentes. A batida cardíaca chama nossa atenção consciente só quando algo é excitante ou se grandes modificações estiverem prestes a ocorrer em nossa vida. Eis aí a chave para descobrirmos e entendermos todos os nossos problemas cardíacos: os sintomas cardíacos nos forçam a “ouvir nossos corações” outra vez. Os pacientes cardíacos são pessoas que ouvem unicamente suas cabeças e para quem o coração não tem quase nenhuma importância. Esse fenômeno é bastante evidente nos pacientes cardiofóbicos. Por “cardiofobia” entendemos um medo fisicamente infundado acerca da atividade do próprio coração, que pode levar a uma atenção mórbida e exagerada ao coração. (Essa doença também se chama cardioneurose.) O medo da batida cardíaca é tão grande no caso dos cardioneuróticos que eles se declaram dispostos a modificar todo o seu estilo de vida.

Ao considerar essa forma de comportamento, podemos notar outra vez o grau de sabedoria e de ironia com que atua a doença. O cardiofóbico é continuamente forçado a observar seu coração e a subordinar toda sua vida às necessidades do mesmo. Nesse processo, ele vive sob um medo constante de que seu coração possa parar algum dia e, assim, ele ficar “sem coração”. A cardiofobia os força a levar sua atenção consciente ao próprio centro do coração. E quem deixaria de rir “de coração” dessa  situação?

O que acontece no nível psicológico dos cardioneuróticos é um processo que no caso da angina pectoris já se instalou profundamente no nível físico. As artérias que levam o sangue ao coração estão endurecidas e estreitadas e, assim, o coração não recebe mais os nutrientes de que necessita. De fato, não há muito o que interpretar nesse ponto, visto que todos sabem o que esperar de pessoas com coração “endurecido” e “empedernido”. A palavra angina significa, literalmente, aperto e conseqüentemente angina pectoris significa aperto no peito (coração). Enquanto o cardioneurótico ainda sente diretamente esse aperto como medo, este se manifesta de forma concreta como angina pectoris. Um simbolismo original é demonstrado aqui pela medicina acadêmica em sua terapia: dá-se ao cardíaco, em casos de emergência, cápsulas de nitroglicerina (por exemplo, “sublingual”), portanto, explosivos. Com tal substância dinamita-se o aperto para arranjar espaço no coração do doente a fim de que ele permaneça vivo. Os cardíacos têm medo de sofrer com o coração – e têm toda razão!

No entanto, há pessoas que ainda assim não entendem o desafio. Quando o medo de ter sensações ou sentimentos se torna grande demais, a ponto de a pessoa só confiar numa regra absoluta, ela se submete à instalação de um marcapasso. Nesse caso, o ritmo vivo é substituído por uma máquina rítmica, uma espécie de metrônomo (o metro está para o ritmo como a morte representa para a vida!). O que até então era feito pelo sentimento, é assumido pela máquina. Perde-se de fato a flexibilidade de adaptação do ritmo cardíaco, mas, em compensação, os sobressaltos de um coração vivo deixam de representar uma ameaça. Quem tem um coração “apertado” é vítima de suas forças egóicas e de sua ânsia de poder.

Todos sabem que a pressão alta representa um precedente bastante ameaçador para o infarto do coração. Já vimos que o hipertônico é uma pessoa agressiva que reprime a própria agressividade através do autocontrole. Essa estagnação de energia agressiva se descarrega por meio do infarto; o coração parece despedaçar-se. O colapso cardíaco é a soma de todos os socos que não foram dados. No caso do infarto do coração a pessoa pode entender muito bem a antiga sabedoria que diz que dar valor excessivo ao eu e prestigiar sem limite os próprios desejos de poder nos separa do fluxo dos vivos. Só um coração rígido pode se quebrar!

No caso de perturbações e doenças cardíacas devemos fazer as seguintes perguntas:

  1. Há equilíbrio entre meu coração e minha cabeça, entre a compreensão e o sentimento? Eles estão em harmonia?
  2. Dou espaço suficiente para meus próprios sentimentos, me atrevo a demonstrá-los?
  3. Vivo e amo de todo coração ou apenas participo, sem grande entusiasmo?
  4. Minha vida transcorre num ritmo animado ou a forço a adotar um ritmo rígido?
  5. Ainda há combustível e explosivos suficientes em minha vida?
  6. Tenho escutado a voz de meu coração?

. por Thorwald Dethlefsen  e  Rüdiger Dahlke

A Doença como Caminho
Livro da Editora Cultrix – 2007

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The Science of Mother Love

by Cori Young


A growing body of scientific evidence shows that the way babies are cared for by their mothers will determine not only their emotional development, but the biological development of the child’s brain and central nervous system as well. The nature of love, and how the capacity to love develops, has become the subject of scientific study over the last decade. New data is emerging from a multitude of disciplines including neurology, psychology, biology, ethology, anthropology and neurocardiology. Something scientific disciplines find in common when putting love under the microscope is that in addition to shaping the brains of infants, mother’s love acts as a template for love itself and has far reaching effects on her child’s ability to love throughout life.

To mothers holding their newborn babies it will come as little surprise that the ‘decade of the brain’ has lead science to the wisdom of the mother’s heart.

According to Alan Schore, assistant clinical professor in the department of psychiatry and biobehavioral sciences at UCLA School of Medicine, a major conclusion of the last decade of developmental neuroscience research is that the infant brain is designed to be molded by the environment it encounters.1 In other words, babies are born with a certain set of genetics, but they must be activated by early experience and interaction. Schore believes the most crucial component of these earliest interactions is the primary caregiver – the mother. “The child’s first relationship, the one with the mother, acts as a template, as it permanently molds the individual’s capacities to enter into all later emotional relationships.” Others agree. The first months of an infant’s life constitute what is known as a critical period – a time when events are imprinted in the nervous system.

“Hugs and kisses during these critical periods make those neurons grow and connect properly with other neurons.” Says Dr. Arthur Janov, in his book Biology of Love. “You can kiss that brain into maturity.”

Hormones, The Language of Love
In his beautiful book, The Scientification of Love, French obstetrician Michel Odent explains how Oxytocin, a hormone released by the pituitary gland stimulates the release of chemical messengers in the heart. Oxytocin, which is essential during birth, stimulating contractions, and during lactation, stimulating the ‘milk ejection reflex’, is also involved in other ‘loving behaviors’. “It is noticeable that whatever the facet of love we consider, oxytocin is involved.’ Says Odent. “During intercourse both partners – female and male – release oxytocin.” One study even shows that the simple act of sharing a meal with other people increases our levels of this ‘love hormone’.2

The altruistic oxytocin is part of a complex hormonal balance. A sudden release of Oxytocin creates an urge toward loving which can be directed in different ways depending on the presence of other hormones, which is why there are different types of love. For example, with a high level of prolactin, a well-known mothering hormone, the urge to love is directed toward babies.

While Oxytocin is an altruistic hormone and prolactin a mothering hormone, endorphins represent our ‘reward system’. “Each time we mammals do something that benefits the survival of the species, we are rewarded by the secretion of these morphine-like substances.” Says Odent.

During birth there is also an increase in the level of endorphins in the fetus so that in the moments following birth both mother and baby are under the effects of opiates. The role of these hormones is to encourage dependency, which ensures a strong attachment between mother and infant. In situations of failed affectional bonding between mother and baby there will be a deficiency of the appropriate hormones, which could leave a child susceptible to substance abuse in later life as the system continually attempts to right itself.3 You can say no to drugs, but not to neurobiology. Human brains have evolved from earlier mammals. The first portion of our brain that evolved on top of its reptilian heritage is the limbic system, the seat of emotion. It is this portion of the brain that permits mothers and their babies to bond. Mothers and babies are hardwired for the experience of togetherness. The habits of breastfeeding, co-sleeping, and babywearing practiced by the majority of! mothers in non-industrialized cultures, and more and more in our own, facilitate two of the main components needed for optimal mother/child bonding: proximity and touch.

PROXIMITY, Between Mammals, the Nature of Love is Heart to Heart
In many ways it’s obvious why a helpless newborn would require continuous close proximity to a caregiver; they’re helpless and unable to provide for themselves. But science is unveiling other less obvious benefits of holding baby close. Mother/child bonding isn’t just for brains, but is also an affair of the heart. In his 1992 work, Evolution’s End, Joseph Chilton Pearce describes the dual role of the heart cell, saying that it not only contracts and expands rhythmically to pump blood, it communicates with its fellow cells. “If you isolate a cell from the heart, keep it alive and examine it through a microscope, you will see it lose it’s synchronous rhythm and begin to fibrillate until it dies. If you put another isolated heart cell on that microscopic slide it will also fibrillate . If you move the two cells within a certain proximity, however , they synchronize and beat in unison.” Perhaps this is why most mothers instinctively place their babies to their left breast, keep! ing those hearts in proximity. The heart produces the hormone, ANF that dramatically affects every major system of the body. “All evidence indicates that the mother’s developed heart stimulates the newborn heart, thereby activating a dialogue between the infant’s brain-mind and heart.” says Pearce who believes this heart to heart communication activates intelligences in the mother also. “On holding her infant in the left-breast position with its corresponding heart contact, a major block of dormant intelligences is activated in the mother, causing precise shifts of brain function and permanent behavior changes.” In this beautiful dynamic the infant’s system is activated by being held closely; and this proximity also stimulates a new intelligence in the mother, which helps her to respond to and nurture her infant. Pretty nifty plan – and another good reason to aim for a natural birth. If nature is handing out intelligence to help us in our role as mothers we want to be awake ! and alert!

Touch
“The easiest and quickest way to induce depression and alienation in an infant or child is not to touch it, hold it, or carry it on your body.” – James W. Prescott, PhD

Research in neuroscience has shown that touch is necessary for human development and that a lack of touch damages not only individuals, but our whole society. Human touch and love is essential to health. A lack of stimulus and touch very early on causes the stress hormone, cortisol to be released which creates a toxic brain environment and can damage certain brain structures. According to James W. Prescott, PhD, of the Institute of Humanistic Science, and former research scientist at the National Institute of Child Health and Human Development, sensory deprivation results in behavioral abnormalities such as depression, impulse dyscontrol, violence, substance abuse, and in impaired immunological functioning in mother deprived infants.4 For over a million years babies have enjoyed almost constant in-arms contact with their mothers or other caregivers, usually members of an extended family, receiving constant touch for the first year or so of life. “In nature’s nativity scene, ! mother’s arms have always been baby’s bed, breakfast, transportation, even entertainment, and, for most of the world’s babies, they still are.” says developmental psychologist, Sharon Heller in, The Vital Touch: How Intimate Contact With Your Baby Leads to Happier, Healthier Development.5

To babies,touch = love and fully loved babies develop healthy brains. During the critical period of development following birth the infant brain is undergoing a massive growth of neural connections. Synaptic connections in the cortex continue to proliferate for about two years, when they peak. During this period one of the most crucial things to survival and healthy development is touch. All mammal mothers seem to know this instinctively, and, if allowed to bond successfully with their babies they will provide continuous loving touch.

Touch deprivation in infant monkeys is so traumatic their whole system goes haywire, with an increase of stress hormones, increased heart rate, compromised immune system and sleep disturbances.6

With only 25% of our adult brain size, we are the least mature at birth of any mammal. Anthropologist, Ashley Montagu concluded that given our upright position and large brains, human infants are born prematurely while our heads can still fit through the birth canal, and that brain development must therefore extend into postnatal life. He believed the human gestation period to actually be eighteen months long – nine in the womb and another nine outside it, and that touch is absolutely vital to this time of “exterogestation.”7

Newborns are born expecting to be held, handled, cuddled, rubbed, kissed, and maybe even licked! All mammals lick their newborns vigorously, off and on, during the first hours and days after birth in order to activate their sensory nerve endings, which are involved in motor movements, spatial, and visual orientation. These nerve endings cannot be activated until after birth due to the insulation of the watery womb environment and the coating of vernix casseus on the baby’s skin.

Recall Dr. Janov’s claim that you can kiss a brain into maturity. Janov believes that very early touch is central to developing a healthy brain. “Irrespective of the neurojuices involved, it is clear that lack of love changes the chemicals in the brain and can eventually change the structure of that brain.”

Breastfeeding: Liquid Love
Breastfeeding neatly brings together nourishment for baby with the need for closeness shared by mother and child; and is another crucial way that mother’s love helps shape baby’s brain. Research shows that breastmilk is the perfect “brain food”, essential for normal brain development, particularly, those brain processes associated with depression, violence, and social and sexual behaviors.8

Mother’s milk, a living liquid, contains just the right amount of fatty acids, lactose, water, and amino acids for human digestion, brain development, and growth. It also contains many immunities a baby needs in early life while her own immune system is maturing. One more instance of mother extending her own power, (love) to her developing child.

Limbic Regulation: The Loop of Love
Another key to understanding how a mother’s love shapes the emerging capacities of her infant is what doctors Thomas Lewis, Fari Amini, and Richard Lannon , authors of A General Theory of Love, call limbic regulation; a mutually synchronizing hormonal exchange between mother and child which serves to regulate vital rhythms.

Human physiology, they say, does not direct all of its own functions; it is interdependent. It must be steadied by the physical presence of another to maintain both physical and emotional health. “Limbic regulation mandates interdependence for social mammals of all ages.” says Lewis, “But young mammals are in special need of it’s guidance: their neural systems are not only immature but also growing and changing. One of the physiologic processes that limbic regulation directs, in other words, is the development of the brain itself – and that means attachment determines the ultimate nature of a child’s mind.” A baby’s physiology is maximally open-loop: without limbic regulation, vital rhythms collapse posing great danger, even death.

The regulatory information required by infants can alter hormone levels, cardiovascular function, sleep rhythms, immune function, and more. Lewis, et al contend that , the steady piston of mother’s heart along with the regularity of her breathing coordinate the ebb and flow of an infant’s young internal rhythms. They believe sleep to be an intricate brain rhythm which the neurally immature infant must first borrow from parents. “Although it sounds outlandish to some American ears, exposure to parents can keep a sleeping baby alive.”

The Myth of Independence
This interdependence mandated by limbic regulation is vital during infancy, but it’s also something we need throughout the rest of childhood and on into adulthood. In many ways, humans cannot be stable on their own-we require others to survive. Recall that our nervous systems are not self-contained; they link with those of the people close to us in a silent rhythm that helps regulate our physiology. This is not a popular notion in a culture that values independence over interdependence. However, as a society that cherishes individual freedoms more than any other, we must respect the process whereby autonomy develops.

Children require ongoing neural synchrony from parents in order for their natural capacity for self-directedness to emerge. A mother’s love is a continuous shaping force throughout childhood and requires an adequate stage of dependency. The work of Mary Ainsworth has shown that maternal responsiveness and close bodily contact lead to the unfolding of self-reliance and self confidence.9 Because our culture does not sufficiently value interpersonal relationships, the mother/child bond is not recognized and supported as it could be.

The ability of a mother to read the emotional state of her child is older than our own species, and is essential to our survival, health and happiness. We are reminded of this each time a hurt child changes from sad/scared/angry to peaceful in our loving embrace. Warm human contact generates the internal release of opiates, making mother’s love a powerful anodyne. Even teenagers who sometimes behave as if they are ‘so over’ the need for a mother’s affection must be kept in the limbic loop. Children at this age might be at special risk for falling through the emotional cracks. If they don’t get the emotional regulation that family relationships are designed to provide, their hungry brains may seek ineffectual substitutes like drugs and alcohol.

Children left too long under the electronic stewardship of television, video games, etc., are not receiving the steady limbic connection with a resonant parent. Without this a child cannot internalize emotional balance properly.

Our hearts and brains are hardwired for love, and from infancy to old age our health and happiness depend on receiving it.

As the research keeps coming in and we gain a gradually expanding vision of how mother love shapes our species, we see an obvious need to take steps to protect and provide for the mother/child bond. We can take heart knowing that all the while we carry in our genes over a million years of evolutionary refinements equipping us for our role as mothers. The answers sought by science beat steadily within our own hearts.

About The Author
Cori Young has been researching human development for nearly a decade, and is currently working on a book about birth and bonding. She is also an herbalist, and publisher ofwww.HerbalRemediesInfo.com

In http://www.babiesonline.com/articles/baby/scienceofmotherslove.asp